10 bairros mais caros de Belo Horizonte (MG) em 2026
Savassi, Santo Agostinho, Lourdes, Funcionários e Santa Lúcia são os bairros mais caros de Belo Horizonte (MG) em março de 2026. Veja a lista completa, atualizada.

O valor do metro quadrado em Belo Horizonte (MG) é de R$ 10.595 considerando os dados mais recentes de fevereiro de 2026.
Esse cenário é influenciado por características locais como clima de interior com estrutura de metrópole e novos eixos de expansão urbana, que impactam diretamente a demanda por imóveis em regiões específicas.
Os dados são do FipeZAP, indicador que monitora o valor dos bairros das principais capitais do país.
Os valores são referentes ao valor do metro quadrado residencial de venda de imóveis, assim você consegue entender quanto custa morar em cada um desses bairros.
A gente mapeou também quais são os bairros mais caros do Brasil, leia a versão completa da lista no conteúdo.
Veja os 10 bairros mais caros de Belo Horizonte (MG) em março de 2026:
| Bairro | Valor do m² | Variação 12 meses |
|---|---|---|
| Savassi | R$ 18.038,00 | 9,30% |
| Santo Agostinho | R$ 16.157,00 | 4,00% |
| Lourdes | R$ 16.093,00 | 9,90% |
| Funcionários | R$ 14.780,00 | 5,70% |
| Santa Lúcia | R$ 12.130,00 | 8,30% |
| Santo Antônio | R$ 12.070,00 | 26,30% |
| Sion | R$ 12.006,00 | 11,10% |
| Gutierrez | R$ 11.579,00 | 7,10% |
| Serra | R$ 10.977,00 | 11,80% |
| Buritis | R$ 9.213,00 | 6,00% |
1. Savassi
Savassi é endereço de BH que mistura comércio denso, rua movimentada e repertório urbano raro na cidade. A Praça Diogo de Vasconcelos organiza esse miolo com bares, cafés e vitrines conhecidas, num bairro de perfil sofisticado e presença constante no circuito mais disputado da capital.
Além da localização privilegiada, o bairro concentra gastronomia variada e comércio premium num raio curto. Pátio Savassi, Rua Pernambuco e ruas adjacentes mantêm o cotidiano a pé, entre restaurantes, lojas, academias e serviços que sustentam a rotina sem desvio.
Toda essa qualidade de vida impacta diretamente na valorização. De acordo com o Índice FipeZAP de fevereiro de 2026, o preço do metro quadrado no Savassi é de R$ 18.038,00.
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2. Santo Agostinho
Entre o centro e a zona sul, o Santo Agostinho mantém um desenho urbano de edifícios altos, ruas amplas e circulação intensa. O Diamond Mall marca esse eixo com força comercial e reforça um bairro de traço consolidado, procurado por quem prefere centralidade sem abrir mão de estrutura densa.
Outro diferencial da região é a presença de hospitais, supermercados e restaurantes. A poucos minutos da Assembleia Legislativa e do Mater Dei, o bairro reúne serviços que mantêm a vida diária concentrada no próprio entorno.
Toda essa infraestrutura se reflete nos números: segundo o Índice FipeZAP de fevereiro de 2026, o preço médio do metro quadrado no Santo Agostinho está em R$ 16.157,00, com uma valorização de 4,00% em 12 meses.
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3. Lourdes
Lourdes tem outra cadência. A Basílica de Nossa Senhora de Lourdes, as ruas de traçado antigo e os prédios de porte contido formam um bairro de peso histórico e mercado restrito. Em BH, poucos endereços combinam tradição urbana e oferta imobiliária tão limitada quanto aqui.
O bairro se destaca, sobretudo, por reunir restaurantes premiados, antiquários e medicina de alto padrão. Na Rua Marília de Dirceu e no entorno da basílica, o comércio opera com escala contida e seleção precisa, sem perder a presença dos serviços mais demandados.
Com uma demanda sempre aquecida, o valor médio do metro quadrado no Lourdes é de R$ 16.093,00, de acordo com o Índice FipeZAP. Em 12 meses, o bairro valorizou 9,90%.
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4. Funcionários

A Praça da Liberdade dá o tom do Funcionários com museus, palácios e quarteirões de forte presença institucional. O bairro nasceu com a nova capital e preserva essa origem no traçado, na escala dos edifícios e na proximidade com parte do aparato público mais visível de Belo Horizonte.
Um dos principais atrativos é a combinação entre cultura e mesa posta. O Circuito Liberdade, com CCBB, Memorial Minas Gerais Vale e outros espaços, convive com restaurantes tradicionais e cafés antigos, num trecho que mantém movimento constante ao longo do dia.
O metro quadrado na região é avaliado em R$ 14.780,00, com valorização de 5,70% em 12 meses, conforme divulgado pelo Índice FipeZAP.
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5. Santa Lúcia

Santa Lúcia aparece na zona sul com ruas residenciais, condomínios de alto padrão e um relevo que abre vista em vários pontos. O Parque Jornalista Eduardo Couri introduz esse bairro de perfil reservado, onde o verde não surge como detalhe, mas como parte visível da paisagem cotidiana.
A infraestrutura da região oferece, inclusive, parques, supermercados e restaurantes de circulação discreta. Próximo à Raja Gabáglia e à Nossa Senhora do Carmo, o bairro combina acesso rápido com um cotidiano mais recolhido, marcado por edifícios baixos e circulação local.
Segundo o Índice FipeZAP de fevereiro de 2026, morar no Santa Lúcia custa, em média, R$ 12.130,00 por metro quadrado. Em 12 meses, o local valorizou
6. Santo Antônio

No Santo Antônio, o Minas Tênis Clube I pesa tanto quanto o endereço. O bairro guarda uma presença antiga na memória de BH, com prédios tradicionais, ruas conhecidas e um mercado de boa liquidez. É uma área de status contínuo, encostada na Savassi e bem servida por comércio.
A região é reconhecida, principalmente, por reunir vida social de clube, restaurantes e serviços de rua. Av. Prudente de Morais e entorno concentram academias, padarias e bares conhecidos, enquanto o Minas organiza parte importante da rotina local.
Com uma valorização de 26,30% em 12 meses, o valor do metro quadrado no bairro acompanha o alto padrão da sua oferta, custando cerca de R$ 12.070,00.
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7. Sion
Sion conserva um perfil residencial de zona sul, com ruas arborizadas, edifícios de porte alto e circulação menos ruidosa que a dos bairros vizinhos. O Parque Municipal Juscelino Kubitschek introduz esse desenho com precisão: área verde inserida num trecho onde o mercado se mantém estável.
O grande trunfo do bairro é a combinação entre parques, escolas e restaurantes em eixos curtos. Próximo à Avenida Nossa Senhora do Carmo, o Sion também garante saída rápida para outros pontos de Belo Horizonte sem perder a escala doméstica de suas ruas internas.
Segundo o Índice FipeZAP de fevereiro de 2026, morar na região custa, em média, R$ 12.006,00 por metro quadrado. Em 12 meses, a valorização registrada foi de 11,10%.
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8. Gutierrez

Gutierrez avançou no mercado de BH sem romper sua base residencial. O Gutierrez Mall funciona como polo de compras e serviços, enquanto as ruas internas preservam um bairro de trânsito local e edifícios recentes. É um endereço em ascensão, com preço ainda abaixo de trechos mais caros da zona sul.
Para quem prioriza mobilidade urbana, o bairro conta com centros comerciais, restaurantes. A vida diária se resolve em poucas quadras, entre mercados, cafés e serviços distribuídos em eixos de uso frequente pelos moradores.
Hoje, morar no Gutierrez custa cerca de R$ 11.579,00 por metro quadrado, valor ainda acessível em comparação com outros bairros nobres. Em 12 meses, os imóveis da região valorizaram em 7,10%.
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9. Serra

A Serra sobe em direção ao Parque das Mangabeiras e ganha outra relação com a cidade. O bairro combina altitude, ruas inclinadas e um tecido urbano que mistura prédios residenciais, bares conhecidos e clubes tradicionais. Em Belo Horizonte, poucos endereços unem natureza próxima e malha urbana tão ativa.
Com acesso direto a bares autorais, restaurantes e ao próprio parque, o bairro mantém rotina intensa sem perder o traço residencial. Minas Clube, Olympico e vias como a Rua do Ouro reforçam uma vida local que permanece forte fora dos corredores mais óbvios da capital.
De acordo com o FipeZAP, a região tem o valor de metro quadrado estabelecido em R$ 10.977,00 e uma valorização de 11,80% em 12 meses.
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10. Buritis
Conhecida entre os moradores de Belo Horizonte por sua escala recente e pela Avenida Professor Mário Werneck, Buritis fecha o ranking com um modelo próprio. O Parque Aggeo Pio Sobrinho marca esse conjunto de edifícios altos, oferta comercial ampla e circulação interna forte, distante do desenho dos bairros centrais.
O bairro reúne shoppings, supermercados, campus universitário e áreas de lazer num eixo contínuo. Shopping Paragem, vias comerciais e o parque mantêm um cotidiano concentrado, com serviços distribuídos ao longo de um trecho que sustenta a rotina sem deslocamentos longos.
Mais acessível e ainda com potencial de valorização, o Buritis apresenta um metro quadrado médio de R$ 9.213,00. Em termos de valorização, os apartamentos do bairro valorizaram 6,00% em 12 meses.
Bairros em expansão em Belo Horizonte (MG)
Não são apenas os endereços mais caros que concentram o movimento no mercado imobiliário de BH. Em diferentes regiões da cidade, alguns bairros vêm ganhando espaço por reunir boa estrutura urbana.
Entre esses destaques, Belvedere e Santa Efigênia aparecem como apostas consistentes entre os bairros de Belo Horizonte. Cada um à sua maneira, os dois bairros combinam atributos práticos, localização estratégica e potencial de valorização.
Belvedere
O Belvedere consolidou-se como uma das frentes mais dinâmicas da expansão imobiliária da capital mineira.
A presença do BH Shopping ajuda a explicar parte dessa força. Ao redor dele, o bairro concentra comércio, gastronomia, serviços e acesso facilitado à BR-356, formando uma rotina funcional para moradores e reforçando sua atratividade para novos empreendimentos. Em BH, é um endereço que segue associado à valorização e à demanda sustentada.
Santa Efigênia
Santa Efigênia ocupa uma posição particular entre os bairros em expansão de Belo Horizonte por unir centralidade, tradição e renovação urbana. Próximo à área hospitalar e a importantes corredores viários, o bairro mantém relevância histórica na capital enquanto abre espaço para novos residenciais e para uma dinâmica imobiliária mais intensa.
Um dos seus principais vetores é a localização próxima ao Boulevard Shopping e ao Hospital da Santa Casa, além da conexão facilitada com a região central. Esse conjunto fortalece a vida cotidiana, amplia o interesse de investidores e sustenta um cenário de valorização ligado tanto à infraestrutura instalada quanto ao potencial de transformação do entorno.
O que faz um bairro ser valorizado em Belo Horizonte (MG)?
Em Belo Horizonte (MG), a valorização de um bairro costuma estar ligada à sua posição dentro da estrutura urbana da cidade. Regiões que concentram renda, serviços qualificados e empreendimentos de padrão elevado tendem a apresentar maior estabilidade de preços e liquidez no mercado imobiliário. Esse conjunto de fatores faz com que determinados endereços mantenham valores de metro quadrado consistentemente mais altos.
A mobilidade urbana também exerce papel importante nesse processo. Bairros próximos aos principais eixos de negócios e às áreas com maior concentração de empregos reduzem o tempo médio de deslocamento da população. Quando essa localização é combinada com acesso facilitado a restaurantes reconhecidos, escolas particulares de referência, hospitais de alto nível e centros comerciais estruturados, a demanda imobiliária tende a se manter elevada.
Confira também os bairros mais valorizados das capitais analisadas pelo FipeZAP, com dados sempre atualizados:
| Curitiba (PR) | Florianópolis (SC) |
| Curitiba (PR) |
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