Park Haus Cacupé: como funciona o empreendimento com garagem integrada ao apartamento

Imagine chegar em casa de carro e estacionar direto na porta do apartamento, sem passar pelo subsolo nem pela cabine do elevador... Incrível, né? É essa a proposta do Park Haus, lançamento da Beco Castelo no Cacupé, em Florianópolis.
O principal diferencial do Park Haus em relação à maior parte dos prédios de alto padrão da cidade está neste conceito patenteado de circulação: rampas e ruas internas levam o veículo até uma garagem privativa ligada ao apartamento, substituindo o percurso clássico de estacionar embaixo e subir com malas, compras ou equipamentos até a unidade.

Em Florianópolis, o alto padrão já não se resume a apartamentos amplos e uma boa vista. Os projetos mais recentes também começam a considerar como a casa pode simplificar a rotina, preservar a autonomia e continuar adequada às necessidades dos moradores ao longo dos anos. O Park Haus entra nesse movimento com uma proposta específica, que começa no momento da chegada e se estende à circulação, acessibilidade e automação residencial.
Neste conteúdo, reuni as principais informações sobre o Park Haus. Você vai entender quem está por trás do projeto, como funciona o sistema patenteado, para quais rotinas o endereço pode fazer sentido e qual é a relação do empreendimento com acessibilidade e longevidade. Também te mostro quais são as plantas, o lazer e os diferenciais da garagem multiuso, além dos recursos de automação.
O Park Haus também aparece no nosso radar de lançamentos imobiliários em Florianópolis.
Uma nova forma de viver: o conceito patenteado no Park Haus
A Beco Castelo apresenta o Park Haus como o primeiro empreendimento em Florianópolis com garagem integrada ao apartamento. Mais importante do que a definição comercial é entender como o sistema funciona: os veículos sobem e descem por rampas dedicadas e circulam por ruas internas até a garagem privativa ligada à unidade.
As rampas têm inclinação reduzida nos trechos inicial e final e largura prevista para o fluxo simultâneo de veículos. As ruas internas contam com calçadas e ventilação cruzada. Além disso, as áreas de circulação foram dimensionadas até para o giro de cadeira de rodas e carrinho de bebê, pensando em diferentes necessidades dos moradores.
Outro ponto relevante é a possibilidade de uma ambulância chegar até a unidade residencial, reduzindo etapas em uma situação de emergência quando comparada ao acesso por um subsolo convencional.
Na prática, o sistema reduz o tempo e o esforço envolvidos na chegada em casa. Em vez de descarregar o carro no subsolo, esperar o elevador e transportar sacolas, malas, equipamentos de trabalho ou itens de mobilidade até o apartamento, você estaciona praticamente dentro de casa.
A garagem é chamada de multiuso: além da vaga, o espaço anexo pode funcionar como extensão da casa. Essa área tem cerca de 32 m² na tipologia de 2 suítes, 36 m² na de 3 suítes e 49 m² na de 4 suítes. Parte das unidades tem 1 vaga, e há opções com 1, 2 ou 3 garagens.
Cacupé e a SC-401: para quem esse endereço faz sentido
O Cacupé fica na Região Norte da Ilha, a cerca de 16 km do Centro, protegido por morros e com orla na Baía Norte. É um bairro residencial, com pouco comércio de rua e dependência clara de carro. A Estrada Haroldo Soares Glavan corta a orla, e a SC-401, a Rodovia José Carlos Daux, passa ao lado, ligando o trecho ao Centro, ao Norte da Ilha e à ponte em direção ao continente.

O empreendimento fica a cerca de 12 minutos da Beira-Mar Norte, 15 minutos de Jurerê Internacional e 10 minutos de hospitais, considerando deslocamentos de carro em condições favoráveis. O entorno inclui SESC Cacupé, Teatro Governador Pedro Ivo, Square SC, Floripa Shopping, Giassi e Decathlon, além da Rota Gastronômica do Sol Poente.
Se você é médico ou trabalha na área da saúde e costuma encerrar o dia depois de plantões longos, o Park Haus pode fazer sentido pela combinação entre a tranquilidade do Cacupé e a chegada de carro diretamente à unidade.
Se você trabalha com tecnologia, inovação ou gestão corporativa no eixo da SC-401, a localização também merece atenção. A rodovia reúne escritórios, o Square SC, a ACATE e boa parte do fluxo profissional entre o Centro e o Norte da Ilha. Nesse caso, a garagem integrada pode simplificar a chegada e a saída com computadores, equipamentos ou bagagens, enquanto o endereço mantém um perfil predominantemente residencial e tranquilo.
Agora se a sua rotina envolve compromissos frequentes no Centro e na Região Norte, inclusive em cargos de gestão pública ou executiva, o Cacupé pode oferecer um meio-termo entre conexão viária e afastamento das áreas mais movimentadas. A escolha, porém, depende da sua tolerância ao trânsito da SC-401 e da dependência do carro para tarefas cotidianas.
O Park Haus também pode ser considerado por famílias com crianças pequenas, pessoas que convivem com mobilidade reduzida ou compradores que querem permanecer no mesmo imóvel por muitos anos. Nesses casos, o acesso direto, a circulação planejada e a possibilidade de uma ambulância chegar à unidade ganham mais peso.
Longevidade, acessibilidade e senior living
O Park Haus não é um condomínio de senior living no sentido estrito. O projeto não inclui corpo clínico, hotelaria geriátrica ou pacote de home care. A proposta está mais próxima do conceito de aging in place, ou envelhecer no próprio lar: criar condições para que o imóvel continue funcional e seguro mesmo quando a mobilidade, a rotina ou a necessidade de apoio mudarem.

Essa preocupação acompanha uma mudança demográfica concreta. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as pessoas com 60 anos ou mais já representam 15,8% da população brasileira, e esse grupo deve superar o de crianças e adolescentes de até 14 anos depois de 2030. Em 2030, o Brasil terá a quinta maior população de idosos do mundo. O Censo 2022 também registrou o crescimento dos domicílios com apenas um morador.
Nesse contexto, morar sozinho ou em casal em um edifício que não foi preparado para cadeira de rodas, maca ou atendimento de emergência pode transformar uma limitação temporária em um problema permanente de moradia.
A tecnologia amplia essa discussão. Sensores, iluminação automatizada, comandos de voz, monitoramento remoto e sistemas de comunicação podem apoiar uma rotina mais independente. Eles ajudam, por exemplo, a reduzir deslocamentos dentro de casa, facilitar o contato com familiares e profissionais de saúde e tornar algumas tarefas mais simples.
Esses recursos não substituem o cuidado humano nem corrigem barreiras arquitetônicas. Para funcionar bem no longo prazo, a tecnologia precisa estar acompanhada de circulação acessível, portas e corredores adequados, boa iluminação e protocolos claros para emergências.
No senior living tradicional, o morador compra ou aluga um apartamento adaptado e pode contratar serviços como limpeza, alimentação, fisioterapia e atendimento de emergência. Saiba tudo sobre senior living neste guia da MySide.
A Beco Castelo também destaca a convivência entre os moradores no Park Haus, inspirada em uma dinâmica de vila. As áreas de lazer no 2º pavimento, as calçadas internas e a possibilidade de circular sem depender exclusivamente do elevador ajudam a construir essa proposta. A acessibilidade aparece de forma mais concreta no espaço de giro para cadeira de rodas, na chegada de ambulância até a unidade e na redução do percurso e dos desníveis entre o carro e a sala.
Plantas, garagem multiuso e pavimentos
Os apartamentos do Park Haus têm 150 a 424 m², com 2, 3 e 4 quartos, oferecendo living integrado à cozinha, lavabo, área de serviço, sacada com churrasqueira e automação FlexHome. São 74 unidades disponíveis no total.
No 2º pavimento, as unidades garden dividem o nível com parte das áreas de lazer. A proximidade pode facilitar o acesso às piscinas, à academia e aos espaços infantis. Nos pavimentos tipo, a tendência é haver mais distância do lazer, mantendo a lógica da garagem junto ao apartamento. As coberturas, por sua vez, oferecem plantas maiores em determinados finais e maior afastamento das áreas comuns.
Abaixo estão algumas das plantas e seus diferenciais:
Planta de 150 m²

A planta de 150 m² do Park Haus contempla as unidades de final 14 a 19. Ela conta com:
- Duas suítes
- Garagem multiuso
- Living amplo com cozinha
- Sacada com churrasqueira
- Área de serviço
- Lavabo
Planta de 197 m²

A planta de 197 m² do Park Haus conta com:
- Três suítes
- Garagem multiuso
- Living amplo com cozinha
- Sacada com churrasqueira
- Área de serviço
- Lavabo
Planta de 247 m²

A planta de final 09 do Park Haus é tipo garden (final 13) e conta com:
- Três suítes
- Garagem multiuso
- Living amplo com cozinha
- Sacada com garden
- Churrasqueira
- Área de serviço
- Lavabo
- Automação FlexHome
Planta de 286 m²

A planta acima é das unidades de final 01, 02 e 06. Ela conta com:
- Quatro suítes
- Garagem multiuso
- Living amplo com cozinha
- Sacada com churrasqueira
- Banheira de hidromassagem
- Área de serviço
- Lavabo
- Automação FlexHome
Planta de 358 m²

A planta acima é da unidade 508, uma das coberturas disponíveis no Park Haus. Ela conta com:
- Quatro suítes
- Garagem multiuso
- Living amplo com cozinha
- Sacada com churrasqueira
- Banheira de hidromassagem
- Área de serviço
- Lavabo
- Automação FlexHome
Lazer, convivência e o 2º pavimento
As principais áreas comuns do Park Haus ficam no 2º pavimento, no mesmo nível de algumas unidades com espaço externo. A estrutura reúne ambientes de lazer, convivência, trabalho e bem-estar, como piscina, academia, spa, espaço beleza, salão de festas, área gourmet, grill, salão de jogos e sala de reuniões. Para as crianças, há brinquedoteca, espaço kids, playground e mini quadra. O condomínio também oferece pet place, bicicletário, deck seco e hall de entrada.
Essa variedade permite resolver diferentes momentos da rotina dentro do condomínio. Famílias encontram espaços dedicados às crianças e aos animais de estimação, enquanto quem trabalha em casa pode utilizar a sala de reuniões sem ocupar os ambientes privativos. Já a piscina, a academia, o spa e o espaço beleza concentram opções para atividade física e cuidados pessoais no mesmo pavimento.
Automação e a residência preparada para o futuro
Desde 2015, a Beco Castelo entrega seus empreendimentos com recursos de automação residencial, como controle de iluminação e climatização, comando de voz e gerenciamento integrado. Segundo a empresa, o comprador recebe um manual e pode escolher entre o pacote padrão e opções de personalização. Em edifícios já entregues, a construtora também menciona o uso de estação climática. O cabeamento é preparado durante a obra, enquanto a contratação do provedor fica por conta do morador.
No Park Haus, a automação das unidades recebe o nome FlexHome. A empresa informa que ainda estuda recursos específicos para o lançamento.
Se você trabalha com tecnologia ou já utiliza automação no dia a dia, a infraestrutura preparada pode facilitar a integração de iluminação, climatização e comandos de voz. Para quem pensa em longevidade, a combinação entre automação e acesso direto ganha outra função: acender luzes sem atravessar ambientes escuros, controlar a temperatura com menos deslocamento e chegar de carro à porta podem preservar autonomia em diferentes fases da vida.
Beco Castelo: quem cria o novo
A Beco Castelo foi fundada em 1978 por José Castelo Deschamps, cuja trajetória profissional começou nos canteiros de obras e passou por diferentes etapas da construção civil. Em 1983, a empresa concluiu seu primeiro edifício, o Carlos Magno, em São José, com 24 unidades.
Ao longo de quase cinco décadas, a construtora expandiu sua atuação pela Grande Florianópolis e entregou mais de 2 mil lares. Seu portfólio reúne empreendimentos residenciais e comerciais em Florianópolis, São José e Biguaçu, incluindo projetos como o Château Meirelles, o Santorim Exclusive Residence e o Vitale Residence. Com sede no Estreito, a empresa chegou aos 48 anos em 2026 com cerca de 200 colaboradores, além de mais de 500 profissionais vinculados a empresas terceirizadas.
A atuação da Beco Castelo é apoiada pelas certificações PBQP-H e ISO 9001 e por controles que incluem testes, laudos e ensaios durante as obras. Ao longo dessa trajetória, a empresa incorporou aos seus projetos soluções como bicicletários, espaços de armazenamento próximos às garagens, automação residencial e sistemas de segurança. O Park Haus, apresentado como seu 45º empreendimento, dá continuidade a essa busca por soluções voltadas à rotina e ao uso dos imóveis no longo prazo.
Segundo a construtora, o conceito começou a tomar forma após o apagão que deixou Florianópolis sem energia durante três dias, em 2003. Com os elevadores parados, o acesso aos apartamentos mais altos tornou-se uma dificuldade concreta. A experiência levou José Castelo Deschamps a pensar em uma maneira de reduzir a dependência do subsolo e dos elevadores. No Park Haus, essa ideia se transformou em um sistema de circulação interna com rampas e ruas que permitem chegar de carro à garagem integrada ao apartamento, registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).




















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